Afinidades & Embedded Insurance

Seguro de afinidade: proteção para quem já pertence ao seu grupo.

Programa de seguro de afinidade para quem já tem vínculo com uma base: associação, cooperativa, clube ou cartão. Consentimento, produto e operação.

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O que é um programa de afinidade

Uma associação, cooperativa, clube ou base de cartão já reúne pessoas por um interesse ou vínculo. Um programa de seguros de afinidade avalia se há uma necessidade de proteção comum e como oferecê-la de forma útil para aquele grupo. Não é uma lista de contatos à qual se envia qualquer oferta. A pertinência do produto, a clareza das condições e a escolha individual são o ponto de partida.

Uma base de associados pode se interessar por proteção residencial, acidentes pessoais ou vida, conforme o perfil e as condições do produto disponível. Cada proposta exige análise própria: quem é elegível, quais coberturas fazem sentido, onde a pessoa recebe a informação, quanto paga e como utiliza ou cancela o seguro. O fato de pertencer a um grupo não equivale a aceitar uma apólice. A contratação precisa ser consciente e devidamente documentada.

Embedded insurance (seguro embarcado) é a oferta de uma cobertura no mesmo fluxo em que a pessoa compra um bem ou contrata um serviço — checkout de celular, emissão de cartão, crédito, passagem ou assinatura. Seguro de afinidade é o programa vendido a um grupo com vínculo prévio (associação, clube, base de cartão, cooperativa). No Brasil, os dois exigem consentimento inequívoco (CDC), regras de canais alternativos da Susep (Circular 667/22) e a Lei 15.040/2024. A G1 Brokers estrutura produto, jornada, opt-in, white label e operação com o grupo Porto.

Afinidade e embedded: onde se encontram

Afinidade se refere ao vínculo do público. Embedded se refere ao momento e à forma de inserção da oferta. Um programa para uma cooperativa pode ser apresentado em uma área de benefícios do aplicativo, combinando os dois conceitos. Uma associação pode incluir uma oferta separada ao renovar uma filiação, desde que a pessoa possa recusar e entenda o custo. Um cartão pode expor a opção em um fluxo digital com consentimento claro.

Nem todo programa de afinidade precisa de integração complexa. Um link identificado ou uma comunicação direcionada pode ajudar a validar interesse antes de avançar para uma API. Por outro lado, a experiência white label pode ser útil quando o parceiro possui aplicativo ou jornada própria. A escolha do canal deve responder ao comportamento da base e ao nível de informação necessário para uma decisão segura, não a uma meta comercial isolada.

Quem pode usar

Associações profissionais podem avaliar coberturas relevantes para seus membros; cooperativas podem estudar benefícios relacionados à realidade de seus cooperados; clubes e comunidades podem organizar ofertas para quem já usa seus serviços. Empresas com base de clientes recorrentes podem testar proteção adicional após identificar uma demanda real. Em cada caso, há diferenças de governança, elegibilidade, representação, atendimento e comunicação.

A entidade deve preservar sua relação de confiança com a base. Isso inclui informar claramente quem é a corretora, qual seguradora emite a apólice, que o seguro tem contratação facultativa e quais condições se aplicam. Não se deve insinuar que a adesão ao grupo exige contratar o produto. A comunicação do benefício precisa distinguir a filiação, o serviço principal e o seguro opcional.

Saúde tem regras próprias

Se a entidade estuda um benefício coletivo de saúde, a análise deve ser separada da dos seguros submetidos às regras da Susep. Planos de saúde são regulados pela ANS, regime distinto dos seguros Susep. Elegibilidade, contratação, cobertura e comunicação devem respeitar as regras específicas do produto e da operadora. Não é correto tratar plano de saúde por adesão como um seguro de danos ou de pessoas distribuído sob as mesmas condições.

A G1 pode conversar sobre necessidades da base, mas o desenho de uma oferta de saúde exige identificar o produto, a operadora, as regras aplicáveis e o papel da entidade. Nenhuma solução é presumida adequada apenas pelo tamanho da associação. O briefing serve para entender a realidade do grupo antes de propor um caminho.

Consentimento e responsabilidade

O consentimento precisa ser uma escolha livre e informada. Coberturas, exclusões, preço, seguradora, vigência e cancelamento devem ser apresentados em linguagem compreensível antes da decisão. A Circular Susep 667/22 trata da atuação em canais alternativos; a Lei 15.040/2024 disciplina os contratos de seguro; o Código de Defesa do Consumidor impede venda casada; e a LGPD exige cuidado com dados pessoais. O desenho concreto depende de análise jurídica e do produto. A G1 atua como corretora na estruturação da jornada, não como seguradora emissora da apólice.

O programa deve registrar uma escolha afirmativa do interessado e oferecer meios de consultar a apólice, tirar dúvidas e solicitar cancelamento quando cabível. A entidade não deve compartilhar informações pessoais além do necessário nem assumir, em sua comunicação, o papel da seguradora. É preciso acordar quem responde cada pergunta no pré e pós-venda, como os dados circulam e como uma ocorrência será encaminhada.

O programa não deve ser confundido com uma promessa de receita ou conversão. Resultados dependem do público, produto, adequação da oferta, preço, distribuição e consentimento. Um piloto bem desenhado mede adesões válidas, cancelamentos, dúvidas recorrentes e satisfação do cliente, sem atribuir números a casos não documentados. A responsabilidade de cada participante precisa estar clara em contrato e também na comunicação com o consumidor.

Como a G1 opera com a sua base

A equipe começa mapeando a base, o ponto de decisão e os riscos relevantes. Depois seleciona uma hipótese de cobertura, define quem contrata, como a opção será exibida e de que forma o consumidor poderá recusar. O parceiro valida textos, preço, fluxo e integração. É possível começar com link e avançar para uma API ou experiência white label conforme o canal. A emissão pertence à seguradora parceira; a G1 acompanha implementação, atendimento, acompanhamento da operação e melhorias da jornada.

O briefing inicial ajuda a identificar quais públicos integram a base, qual proteção seria pertinente, que canais a entidade usa e como o consumidor costuma tomar decisões. A G1 apresenta uma hipótese de produto, um ponto de inserção e uma proposta de opt-in, sempre sujeitos às validações comerciais e regulatórias. O retorno do desenho inicial ocorre em até 24h úteis; a implantação depende do canal, produto e acordos necessários.

A operação continua após o lançamento. Comunicação, dúvidas, acompanhamento de adesões válidas e atendimento precisam ter responsáveis definidos. Revisões periódicas podem indicar como simplificar textos, melhorar a compreensão da oferta e reduzir atrito para quem escolhe contratar ou recusar. Mais que colocar um produto no catálogo, a proposta é criar uma proteção adequada ao vínculo já existente.

Perguntas frequentes

Como começar um programa de seguro de afinidade?

Envie o briefing com o tipo de base e o ponto de inserção desejado. A G1 devolve um desenho inicial em até 24h úteis.

O cliente é obrigado a contratar?

Não. A contratação exige escolha livre, informação clara sobre coberturas e preço e possibilidade de recusa. Não usamos opção pré-marcada.

Quem emite a apólice?

Uma seguradora autorizada emite a apólice. A G1 Brokers é a corretora que desenha e acompanha o programa com o parceiro.

Vamos desenhar o seu programa?

Conte como funciona sua base e sua jornada. A G1 responde ao briefing em até 24h úteis.

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